Sobre

Uma lista pequena, feita por quem joga.

A ventoluxia nasceu num comboio, entre Cais do Sodré e o trabalho, do cansaço de ver as mesmas listas de jogos escritas só para o clique.

Como começou

Em março de 2022, a Beatriz Antunes passava quarenta minutos por dia de comboio para o trabalho. Para ocupar o tempo, foi descarregando jogos das listas de "os melhores gratuitos" que apareciam por todo o lado. Metade eram armadilhas: contadores a assustar, anúncios de ecrã inteiro a cada dois minutos, botões de comprar disfarçados de botões de jogar.

Farta disso, começou a apontar num caderno os jogos que valiam mesmo a viagem, com uma nota do que corria mal em cada um. Esse caderno virou uma página. A página virou a ventoluxia.

O que fazemos, em concreto

Escolhemos poucos jogos de cada vez, de géneros diferentes, e jogamo-los durante alguns dias antes de escrever. Confirmamos a ficha na Google Play e na App Store, vemos o tamanho do descarregamento e onde é que o jogo tenta cobrar. Depois escrevemos uma ficha curta, com as coisas boas e, sempre, pelo menos uma coisa má.

Não somos loja nem distribuidor. Não alojamos ficheiros. Cada botão leva às lojas oficiais, e é de lá que se instala.

Uma oferta honesta

Não vamos fingir que testamos tudo. A ventoluxia é um projeto de uma pessoa, com ajuda ocasional de amigos que gostam de jogos. A lista é atualizada cerca de uma vez por mês, e há semanas em que fica na mesma. Não corremos atrás dos grandes lançamentos, nem prometemos cobrir todos os géneros. Preferimos uma lista curta e verdadeira a uma lista enorme e morna.

A curadora

Beatriz Antunes

Editora e jogadora de fim de dia, mora em Alvalade. Gosta de puzzles calmos e desconfia de qualquer jogo que peça a conta de e-mail logo no primeiro ecrã. Escreve todas as fichas da ventoluxia.

Ver os cinco jogos